Olá!
Se você gosta de produzir textos literários, envie os textos de sua autoria que você gostaria de compartilhar!!
Quem sabe nosso projeto possa render futuramente um livro!
Pode ser conto, crônica, poema, microconto, fanfic e o que mais sua criatividade permitir!
Envie um e-mail para vtezoni@gmail.com com o título PROJETO METÁFORA URBANA e diga no corpo do e-mail qual o gênero do seu texto e um breve resumo sobre a obra e sobre você!
Anexe o conteúdo e, assim, postarei no blog METÁFORA URBANA.
Não há limite de textos nem de série ou idade.
Lembrando de enviar o texto já revisado!
Vamos criar!!!
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Trabalho - Reportagem 2ºEM
Trabalho para nota - 3º bimestre, 2ºs anos do Ensino Médio.
Escolher um bairro ou região de São Paulo e produzir uma reportagem especial sobre o local, ressaltando pontos turísticos, serviços, comércio, festas típicas, eventos, locais famosos, costumes, curiosidades, entre outros.
A entrega será feita no final do bimestre, sem necessidade de apresentação, apenas entrega.
O formato, porém, será parte integrante da avaliação. Deverá ser impresso em formato de revista (pode ser em folha normal A4), com elementos comuns a uma reportagem (como textos, subtextos, entrevistas, infográficos, gráficos, fotos, caixas de texto, subtítulos, entre outros). Também deverá ter capa e índice.
Lembrando que, se houver imagens, devem ter fonte. Se a foto for tirada pelo próprio aluno, colocar o respectivo nome, e assim por diante.
Pode-se utilizar uma revista como base, porém textos, elementos e formato devem ser produzidos pelos alunos.
Os grupos serão de 3 a 6 pessoas.
Enviar por comentário o local escolhido e nomes dos integrantes do grupo. O próximo passo serão a organização e dúvidas.
Bom trabalho!
Escolher um bairro ou região de São Paulo e produzir uma reportagem especial sobre o local, ressaltando pontos turísticos, serviços, comércio, festas típicas, eventos, locais famosos, costumes, curiosidades, entre outros.
A entrega será feita no final do bimestre, sem necessidade de apresentação, apenas entrega.
O formato, porém, será parte integrante da avaliação. Deverá ser impresso em formato de revista (pode ser em folha normal A4), com elementos comuns a uma reportagem (como textos, subtextos, entrevistas, infográficos, gráficos, fotos, caixas de texto, subtítulos, entre outros). Também deverá ter capa e índice.
Lembrando que, se houver imagens, devem ter fonte. Se a foto for tirada pelo próprio aluno, colocar o respectivo nome, e assim por diante.
Pode-se utilizar uma revista como base, porém textos, elementos e formato devem ser produzidos pelos alunos.
Os grupos serão de 3 a 6 pessoas.
Enviar por comentário o local escolhido e nomes dos integrantes do grupo. O próximo passo serão a organização e dúvidas.
Bom trabalho!
Trabalho de conclusão de curso
Trabalho de conclusão do 3º ano do Ensino Médio baseado nos conteúdos vistos.
Criar um tema e selecionar os integrantes dos grupos (até seis pessoas).
O trabalho será feito com no mínimo 15 e no máximo 20 páginas, contando todos os elementos.
Segue abaixo um guia para as normas a serem seguidas.
Este bimestre trabalharemos com o pré-projeto (esqueleto) do trabalho.
No final do ano faremos a apresentação e entrega.
Normas ABNT
Criar um tema e selecionar os integrantes dos grupos (até seis pessoas).
O trabalho será feito com no mínimo 15 e no máximo 20 páginas, contando todos os elementos.
Segue abaixo um guia para as normas a serem seguidas.
Este bimestre trabalharemos com o pré-projeto (esqueleto) do trabalho.
No final do ano faremos a apresentação e entrega.
Normas ABNT
domingo, 22 de julho de 2018
Literatura gótica
Surgiu na Inglaterra no século XVIII, se espalhando
depois por outros países da Europa, como Alemanha e França.
Segundo especialistas, este tipo de literatura surgiu com
o livro “O castelo de Otranto”, de Horace Walpole, de 1764. Com ele, características
típicas da literatura gótica começam a ganhar destaque.
Suas características incluem o clima de terror e suspense
dentro do estilo romântico. O cenário gótico que aparece com Walpole, que
inclui castelos medievais, passagens secretas, ruídos inexplicáveis e outros
elementos característicos.
Também conta com outros elementos, inclusive medievais,
como palácios, templos, destroços, florestas, etc., e personagens
melodramáticos como donzelas, cavaleiros e seres vis.
Em sua simbologia
há mistérios de tempos passados, manuscritos ocultos, previsões, maldições, etc.
Também envolve o uso da psicologia do terror: pavor, insanidade, abuso da
sexualidade, deformação do corpo, entre outros.
Conta, ainda com o imaginário sobrenatural, com seres
demoníacos, espíritos, vampiros, bruxas, monstros, espectros, entre outros.
Ainda reflete sobre o poder e aspectos políticos e
religiosos, com tópicos religiosos (como as cruzadas), o papel da mulher, a
industrialização, revoluções e debates políticos, além de temas relacionados à
estética e à filosofia.
Após a publicação da primeira obra, vários autores
seguiram o estilo. Alguns nomes
importantes são Mary Shelley, Edgar Allan Poe, Charles Baudelaire, Bram Stoker,
Lord Byron, Oscar Wilde, Matthew Lewis, Ann Radcliffe, entre outros.
No Brasil, Álvares de Azevedo trouxe elementos da
literatura gótica para sua obra, como a morte, a noite, a loucura e o
vampirismo. Outros representantes no Brasil foram Cruz e Souza, Alphonsus de
Guimarães e Augusto dos Anjos.
A ficção gótica é um termo que inclui o cinema, a
literatura, quadrinhos e outras mídias que incluam o tema gótico.
Autores e Obras da
literatura Gótica
- Edgar Allan Poe: A Narrativa de Arthur Gordon Pym; O Gato Preto; O Corvo; A Filosofia da Composição; FairyLand; A
Queda da Casa de Usher; Os Assassinatos da Rua Morgue; A Esfinge; A
Máscara da Morte Rubra.
- Charles
Baudelaire: As
Flores do Mal; Os Paraísos Artificiais; Pequenos Poemas em Prosa;
Miudezas.
- Mary Shelley: Frankenstein
ou O Moderno Prometeu; The Last Man.
- Bram
Stocker: Drácula;
O Castelo da Serpente; A Joia das Sete Estrelas; O Caixão da
Mulher-Vampiro; A Toca do Verme Branco.
- Lord
Byron: Horas
de Lazer; Poetas Ingleses e Críticos Escoceses; A Peregrinação de Childe
Harold; O prisioneiro de Chillon; Manfred; Beppo; Don Juan.
- Álvares de Azevedo: Lira dos Vinte Anos; Noite na Taverna.
- Augusto dos Anjos: Saudade; Eu e Outras Poesias (único livro de poemas); Psicologia de um Vencido; Versos íntimos.
- Cruz
e Souza: Brasileiro. Tropos
e Fantasias; Missal e Broquéis; Evocações(prosa);
Faróis; Últimos Sonetos.
- Oscar Wilde: O Retrato de Dorian Gray; O Fantasma de
Canterville; O Filho da Estrela; Rosa Mystica; Flores de Ouro.
- Florbela Espanca: Livro de Mágoas; Livro de Sóror Saudade;
Charneca em Flor; Juvenília; Reliquiae; Sonetos Completos.
- Emily Dickinson: Poems
by Emily Dickinson; The Poems of Emily Dickinson; The Complete Poems of
Emily Dickinson.
- William Blake: Songs
of Innocence; Book of Thel; A Song of Liberty; The Marriage of Haven and
Hell; Songs of Experience; The Song of Los; Milton; Everlasting Gospel;
Jerusalem.
- Lewis
Carroll: Alice
no País das Maravilhas; Alice no País do Espelho; Algumas Aventuras de
Silvia e Bruno; Rimas do país das maravilhas; A caça ao Turpente; Obras
escolhidas.
- Marion
Zimmer Bradley: A
Dama do Falcão; A Espada Encantada; As Brumas de Avalon; A Filha da Noite;
A Queda de Atlântida; A Colina das Bruxas.
Fontes: Portal educação (KIRCHOF, Literatura
brasileira); Info Escola; Wikipedia.
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Haicaístas Brasileiros
Haikai no Brasil
O primeiro literato a divulgar o haikai no Brasil foi Afrânio Peixoto (1875-1947), em 1919, através de seu livro “Trovas Populares Brasileiras”, o poeta fixa a forma do haicai brasileiro (5-7-5). Em 1922, o haicai em sua forma poética japonesa era discutido e praticado pelos poetas da “Semana de Arte Moderna”. Oswald de Andrade o adota em Pau Brasil (1925). Waldomiro Siqueira Jr., lança em 1933 o primeiro livro de haicais no Brasil. Guimarães Rosa em 1936 recebe prêmio da Academia Brasileira de Letras com “Magma”. Na década de quarenta, Guilherme de Almeida lhe dá a forma de rima adotada por muitos outros poetas. Mas foi Millôr Fernandez que, na revista semanal “O Cruzeiro”, o popularizou, entre milhares de leitores por todo o país. Seus haicais eram seguidos por charges refinadas, e da mesma verve humorística e irônica dos primeiros modernistas:
Millôr Fernandes
Viva o Brasil
onde o ano inteiro
é primeiro de abril
————————————————-
O pato, menina,
é um animal
com buzina
————————————————-
Eu sofro de mimfobia
tenho medo de mim mesmo
mas me enfrento todo dia
Afrânio Peixoto
Derrete-se o gelo.
Porém se resfria a água:
Ela fria, eu ardo…
————————————————-
Quando um galo canta
Os outros todos respondem:
Nenhum quer faltar.
Mario Quintana
Silenciosamente
sem um cacarejo
a Noite põe o ovo da lua…
————————————————-
O verso é um doido cantando sozinho,
Seu assunto é o caminho. E nada mais!
O caminho que ele próprio inventa……
————————————————-
Deus tirou o mundo do nada.
Não havia nada mesmo…..
Nem Deus!
Alice Rui
Primavera
até a cadeira
olha pra janela
————————————————-
Rede ao vento
se retorce de saudade
sem você dentro
…
Fonte: Caçadores de lendas
Haikai: Poemas japoneses
Haikai é uma das formas poéticas mais conhecidas e apreciadas no Mundo. De origem nipônica, valoriza a concisão e a objetividade. São pequenos poemas que expressam não só a delicada sensibilidade oriental, mas as reações humanas ao mundo que nos cercam. É a arte de dizer o máximo com o mínimo de palavras. Expressão que capta um momento de experiência, um instante em que o simples subitamente revela a sua natureza interior e nos faz olhar de novo o observado, a natureza humana, a vida…
Os poemas têm três linhas, contendo na primeira e na última cinco caracteres japoneses (totalizando sempre cinco sílabas), e sete caracteres na segunda linha (sete sílabas), podendo ter variações nas diferentes línguas com versos mais curtos ou mais longos.
Os poemas têm três linhas, contendo na primeira e na última cinco caracteres japoneses (totalizando sempre cinco sílabas), e sete caracteres na segunda linha (sete sílabas), podendo ter variações nas diferentes línguas com versos mais curtos ou mais longos.
Em português é escrito Haicai, no Brasil, e Haiku, em Portugal. A palavra haicai e suas variantes (haicu, haiku, haikai) derivam do japonês haikai, vocábulo composto de hai = brincadeira, gracejo e kai = harmonia, realização.
Em japonês, haikais são tradicionalmente impressos em uma única linha vertical, enquanto o haikai em Língua Portuguesa geralmente aparece em três linhas, em paralelo. Muitas vezes, há uma pintura a acompanhar o haicai ( chamada de haiga).
O formato tem suas raízes na renga, importante manifestação literária da cultura japonesa que remonta ao século XIII. Os versos eram escritos por vários autores, que respondiam a uma forma de “desafio elegante” entre si ao escrever.
Poemas Haikais são tão simples que podem ser escritos por crianças, mas também é o esboço de muito estudo e dedicação. Geralmente evoca em sua narrativa a exploração da vida, procurando criar uma imagem de algum pequeno momento, ligado à natureza de alguma forma. Apesar de muitos poemas expressarem um tom melancólico também podem manifestar humor e diversão.
“Haijin” é o nome que se dá aos escritores desse tipo de poema, entre os mestres do século XVII estão Basho, Buson e Issa. Dentre os muitos que se destacou nesta arte, o principal haijin (ou haicaísta) foi Matsuô Bashô (1644-1694), que se dedicou a fazer do haikai uma prática espiritual. Além de ter feito milhares de seguidores, Basho, pela sua própria vontade, abriu mão de suas atividades remuneradas como crítico e instrutor para viver em recolhimento e pobreza e exercer influência sobre o desenvolvimento posterior da arte do haikai, elevando-o a uma forma de ver e de viver o mundo.
O Haicai mais famoso de Ôshima Ryôta, descreve a curta duração da florada da cerejeira, do desabrochar até a queda das flores. Pode ser também interpretado como uma parábola da existência humana. Face à morte, o homem notará que a mais longa das vidas parecerá ter sido tão fugaz quanto às flores de cerejeira.
Haikais japoneses
Quantas memórias
me trazem à mente
Cerejeiras em flor
Um antigo lago em silêncio …
Um sapo pula na lagoa,
splash! Silêncio novamente.
Bashô
Primeira manha
Até a minha sombra
está cheia de vigor
Issa
No caminho de Shirakawa
uma rapariga vende flores
Primeiro arco-íris
Shimei
Na berma do caminho
florescia uma malva
O cavalo comeu-a
Bashô
Fonte: Caçadores de lendas
Saiba mais em: skdesu
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